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em inconstante definição.

domingo, outubro 28, 2007


Triste, triste.
Triste por ser egoísta.
Envolvida demais com o doutorado, laboratório, problemas (do laboratório), com o que eu devia estar fazendo e não faço ou não deu certo ainda - no laboratório... Tudo assim, centrado nesse eixo pseudocientífico, pois mesmo que a minha volta o mundo ande e outras pesquisas deslanchem e eu esteja envolvida nelas em certo grau, ainda não me considero fazendo ciência.

Enquanto isso meu pai está doente e eu não estou perto - e, só de pensar nisso, tudo se desgasta, desmonta.

Jonathan está ansioso pela reforma da casa, cheio de planos que nem tenho tempo de escutar, tão alheia estou a tudo.

Pessoas que adoro estão em outros rumos, com perdas, amores, tantas coisas boas surgindo, pessoas que não terei para sempre perto e eu distante.
...
Nem queria pesar tudo isso. Já nem é o mundo que penso suportar nos ombros...

4 comentários:

Andréa disse...

as vezes a casa, a gente, e o mundo ficam cheios de coisa pra pensar, se preocupar, sonhar...
É preciso fazer um crivo.

=/

ai ai
saudades

Suhelen disse...

e a gente se envolvendo com o mundo... sempre!!!

e que bom, apesar de tudo e das distâncias...

saudade²

Suhelen disse...

"teus ombros suportam o mundo e ele não pesa mais que a mão de uma criança..."

saudades³

Jairo disse...

Passei muito tempo sem vir aqui e encontro este post triste...
:(



"Sobra tanta falta..."

Você contornará seus problemas, mas o que seria do mundo se não fosse a complexidade da relação ser humano - ser humano?